Me desfaço, então.
De todas as ações desencadeadas de um contínuo vocábulo.
É desfazer da ação verbal e permitir que todas elas se abriguem acomodamente, mas não desgoverna minha insolente tolerância.
Me desfaço, então.
De todas as promessas que fiz ajoelhadas diante do silêncio de minh'alma.
Todas as cores em negrito, a porta trancada desperdiçando a grandeza da alma;
Desliza confundindo uma insignificante transparência.
Me desfaço em dizer pra sempre, que acredito.
Pra vida toda, me retiro. E levo continuamente, todo o desfecho de uma mão semi aberta.
Nego-te em todas às palavras e condeno a todo vocábulo, perfeito ou não, pra sempre infundado e inconsequente.
Mas não haverá dor que despertará a transmissão de vagas lembranças que ao deparar com a porta trancada e a alma cerrada, silenciará no mais infinito alcançe do olhar.
Pra não entender a razão do que 'acreditar'.
Will
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