O que estará ao alcance dos privilegiados ‘momentaneamente’ pelas dores? Seria os ‘grandes’? Ou serão meros negligenciados pela transparência humana?
O que estaria o ser buscando entre os escombros, que não seja seu próprio resto?
Seríamos atolados pela intolerância ou desperdiçados por uma sobrevivência desnecessária.
O destempero humano tornou-se um prelúdio carregado de amargas tragédias circunstanciais. Ávidos e crédulos, não desejam mudar a cor inata de todo o tempo sobreposto em si próprio e abre as asas sem restringir no voo.
É preciso reinventar. Ceder lugar àqueles que sabe combater a intrepidez que se torna crucial. Não precisamos arfar cada segundo nos deixando expostos para que possam despir-nos covardemente diante de nossos próprios olhos.
Conscientes matam os privilegiados e assiste a decomposição lentamente. Se não os matam, trancafiam covardemente e limitam suas asas, tornam-se céticos e suas palavras ganham domínio.
Onde se encontra refúgio que nos basta que não seja em nós mesmos.
Ainda que, inventamos outra realidade estaremos frente a frente dos que sofreram.
Já não ha mais tempo de não se perder. Foi alçado de toda precisão pra nunca mais se curar. Mergulhar em profunda e riquezas sabedorias seria como um mar em altas ondas a expurgar todas as ameaças.
E leva ao mesmo passo e no momento certo, tombado, não mais poderá se despistar, acobertar-se de tanta mediocridade.
Seria apenas necessário vestir a cara e permitir que apenas o verniz esteja exposto.
Will
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