A ausência não ignora a alma, nem a luz clareia meu ego, que num instante se desfaz na sombra.
Distante do saber, perdido entre palavras que se movimentam e se aquieta. Meu corpo almeja a vivacidade de suas cores. Negras, são ocultadas à sombra de tua alma, nem o grito desfaz a insistente muralha.
O brilho que se refugia na transparência, nega sua cor, sua alma incandescente, sua própria dor.
Não se perde no sentido que se estreita, empobrecendo todas as cores vivas de uma alma.
Causa dor, terror e na tentativa de avivar a sua cor, descobre detrás a sombra de sua ausência. Não existe cor, não existe dor, apenas minha alma, em qualquer lugar.
Will
Nenhum comentário:
Postar um comentário