O medo, um aliado necessário para que tornemos comedidos com nossos atos e palavras.
Somos capazes de negar a verdade e atormentados diante da fraqueza nos tornam presas frágeis em nossos devaneios e loucuras.
Vivenciamos segundos que nos tornam momentos inesquecíveis, construímos castelos em cima de sonhos e desmoronamos nossos sonhos já construídos em castelos. Falamos com os olhos, e permitimos que eles ajam por nós transmitindo todo desejo de explorar cada segundo do calor sentido em cada centímetro de nossa pele. Somos capazes de perdoar nossos atos mais profanos e somos incapazes de retroceder. Os lábios se unem apenas no olhar, fazem juntos, calor e calafrio percorrerem cada centímetro do corpo como se fosse espalmado. O desejo contido de nos livrarmos dos desenganos e podermos galgarmos caminhos sem prantos e livres das mordaças que impedem nossos gritos já emudecidos pelo tempo.
O amor! Um desejo contido na presença, no olhar e na alma.
Somos desprovidos de coragem, mas somos ameaçados pelas loucuras que nos tornam intrépidos por instantes que não nos permitimos nem mesmo nossos pensamentos, que traídos nos levariam de volta ao real.
Deixemos que nossos olhos vivenciem o que se tornou incógnito pela razão de ser, mas não deixou de existir, nem mesmo pela própria razão de um 'Anjo".
Will
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