domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Se puder sem medo
É que dói, apenas dói. Um pedido sem ser ouvido, um grito meio ao nada, os olhos, apenas a morte sem ser entendida, as mãos fria, prematura, a morte viva. O apagar sem dó, o nojo. O nojo da dor. O fim do som que é lindo, das páginas que tudo se fez, as folhas amarelas que entristeceu. A perda é sempre uma morte, a mentira é covarde e o veneno mistura-se à saliva. E o veneno não tem cor, é sem sabor, inodor. É que dói, apenas dói não olhar o que reluz.
É que dói, apenas dói.
Will
É que dói, apenas dói.
Will
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