A mente por mais complexa que seja percorre por caminhos paradoxos e dispersa tentando reencontrar o equilíbrio nos mais distintos e desordenados momentos.
Precisa de silêncio.
Aquele em que consegue se entender. Onde apaga todos os dissabores do dia a dia e busca no âmago, sua própria paz.
Não fere, mas, não permite sua alma ferida.
Quantas vezes será preciso se questionar?
Quantos leões enjaulados e famintos devorariam, pra com a alma alimentada obedecer à regra imposta por si mesmo.
Quantos vocábulos serão desprendidos para ser julgados dispensaveis.
Qual a fórmula foi necessária? Uma confusão de pormenores ou uma exposição de raízes ininteligíveis? A cada fórmula descoberta soterra com incredulidade todo desejo dos sonhos sem que seja necessário propagar.
Esfacelado e com uma ilusória força busca nos escombros, qualquer resquício que sua alma não a reconheça.
Seus desejos mais árduos, não serão mais necessários ser contemplados por excelência.
Apenas alheio ao olhar e pensamento, se concede e se perdem na insensatez e no desprazer de uma despedida, talvez, desnecessária.
Will